quinta-feira, fevereiro 19, 2009

CUIDADO, MEIRELLES, COM O FOGO AMIGO. A CAMPANHA NÃO PERDOA NEM OS ALIADOS


De Paulinho da Força ao se dirigir ontem, 18/02, quarta-feira, aos sindicalistas que participaram da reunião realizada na Força Sindical, em São Paulo: "Ou ele [Henrique Meirelles, presidente do BC] baixa mais os juros, ou faremos tanta confusão que vamos acabar derrubando ele"

Ao discursar, na mesma oportunidade - chamando atenção pelo ar misterioso que a acompanha desde a operação plástica a que se submeteu, - a ministra pré-candidata [negar, quem há-de?] limitou-se a dizer que os sindicalistas tinham razão em suas críticas não permitindo que nem seus mais íntimos companheiros conseguissem interpretar o que se passava em seu coração; muito menos o que pensava, honestamente, da atuação de seu companheiro de ministério, Meirelles, na direção do Banco Central. 
Evidenciou, porém, a admiração que tem por seu puxador de campanha, ao afirmar: "O responsável por estarmos discutindo isso aqui hoje é o presidente, que sempre defendeu a necessidade de baixar os juros."

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Anote, leitora atenta: Tesoureira do sindicato dos metalúrgicos de São Paulo e mulher de Paulinho, a senhora Elza de Fátima deu o mote da campanha da nova ministra [nas ruas desde que distinguida por S.Excia. como a mãe do PAC ] - "Já está mais do que na hora de ver uma mulher comandar o nosso país".

De um líder do partido da situação: "Esse negócio de dizer que o PT já está em campanha nas ruas é coisa desses malucos da oposição, que não podem sair país afora, como dona Dilma, inaugurando obras do PAC. O partido faz, simplesmente, a sua parte. Só os inimigos interpretam tais ações como campanha eleitoral antecipada."  

Falou.