Mas, amiga, mais que das dores, escondia-me da vergonha de viver - ou imaginar ainda viver - num país de cegos, mudos e desmemoriados como esse em que vivemos [onde as pessoas não conseguem ver as consequências maléficas para o país se aprovada a demarcação que se pretende para a Reserva Raposa/Serra do Sol; ou dela - demarcação -, ao menos , falar; e, menos ainda, dentro de pouco tempo, com certeza, lembrar].
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Não tenho a coragem de pedir, como meu amigo passado dos noventa, que a Megera da Foice me leve.
Mas entendo hoje, melhor que nunca, o porquê de sua desesperança.
Para não dizer que só citei espinhos, clique aqui.