Em matéria divulgada pela agência governamental de notícias [Agência Brasil] , Mauro Barbosa, diretor-geral do DNIT [Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes] contesta as observações feitas pelo presidente do TCU [Tribunal de Contas da União], Adylson Motta, de que parte das obras da operação tapa-buracos está sendo feita sem licitação.
"A lei nos permite a dispensa de licitação" [...] "Nós temos responsabilidade social com a malha rodoviária federal. Essa responsabilidade de operar 50 mil quilômetros de rodovias nos leva à tomada de decisão das obras emergenciais", afirmou Barbosa, realçando que, do valor total a ser despendido nas obras [R$ 440 milhões], apenas R$ 180 milhões foram dispensadas de licitação. Citando como exemplo o caso da BR 101, no Rio de Janeiro, o diretor-geral lembrou que a dispensa de licitação [para os reparos a serem feitos na rodovia] foi amparada por decisão judicial e laudo da Defesa Civil. "E algumas outras dispensas foram amparadas por avaliação da engenharia do DNIT sobre a trafegabilidade", esclareceu.
Esperamos o que tem a dizer o presidente do TCU.

