"Pisaram no nosso calo ." A decisão norte-americana é "um absurdo, sem justificativa aceitável e sem previsão em normas internacionais", afirmou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim [em entrevista que concedeu a órgão de imprensa de projeção nacional] . No dia 10 último os EUA foram acusados pelo presidente Hugo Chávez, da Venezuela, de vetar a venda a seu país de 36 aviões de treinamento modelo Tucano [fabricados pela Embraer, no Brasil, mas com tecnologia norte-americana]. Amorim [que já discutiu o assunto com a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice], disse estar aguardando novo posicionamento a respeito da questão pelo governo Bush e garantiu não descartar recurso aos fóruns internacionais [Organização Mundial do Comércio, por exemplo] contra a decisão de Washington.
Amorim excusou-se de comentar a posição do assessor da Presidência [Marco Aurélio Garcia] de que não cabe ao governo do Brasil interferir em questão comercial que diga respeito à Embraer. Finalizou o ministro Amorim, encerrando sua entrevista: "Já disse o que fiz, não fui desautorizado e continuo a fazer."
Amorim excusou-se de comentar a posição do assessor da Presidência [Marco Aurélio Garcia] de que não cabe ao governo do Brasil interferir em questão comercial que diga respeito à Embraer. Finalizou o ministro Amorim, encerrando sua entrevista: "Já disse o que fiz, não fui desautorizado e continuo a fazer."
Ainda vai dar samba a venda desses Tucanos ao governo de Chávez.

