Rapidinho: faz quanto tempo, caro leitor e atenta leitora, se tenta levantar, entre outros, o sigilo bancário de Paulo Okamotto, amigo do presidente Lula da Silva?
Faz tempo, gente, faz tempo...
Estranho país este Brasil. Pois não é que, num estalar os dedos, o país inteiro e as torcidas de Flamengo e Corinthians [juntas] tomaram conhecimento do movimento bancário de Francenildo, o caseiro que desdiz [apenas desdiz, senhores, nada mais que isso] afirmações do ministro Palocci, tão contraditado ultimamente?
Eficientes cidadãos deste Brasil conseguiram, diferentemente do que ocorre com o amigo de S.Excia., levantar e divulgar, mês a mês e dia dia, os depósitos e retiradas realizados em conta de poupança de Francenildo na Caixa Econômica, sugerindo que fossem recursos [depósitos não superiores a R$ 25 mil] provenientes de pessoas interessadas em que ele [o caseiro] divulgasse inverdades sobre o ministro.
Vi, ontem à noite, senador petista de origem humilde até, por quem mantinha alguma admiração [não tenho mais], aventar a hipótese de que o homem responsável pela limpeza e manutenção da "República de Ribeirão Preto" - ou qualquer outro nome que se dê à casa mantida por assessores e ex-assessores de Palocci no Lago Sul, em Brasília - pudesse estar levando alguma vantagem financeira para divulgar fatos que por lá ocorreram; logo depois aparecem na imprensa as tais informações sobre os depósitos.
Estranho país este Brasil de eficientes Sherlock Holmes da vida alheia, quando é do interesse de uma e outra autoridade. Quem são eles? Quem os autorizou a bisbilhotar contas alheias? Estarão autorizados a fazer o mesmo em nossas contas, suas e minhas? Poderiam fazê-lo nas de Okamotto? E - para ir um pouco além - nas do ministro e de seus assessores?
Quebrou-se o sigilo bancário de Francenildo e cometeu-se contra ele o crime que lhe foi imputado, por antecipação, pelo senador que requereu a liminar contra seu interrogatório na CPI: invadiu-se-lhe a vida privada sem a menor piedade e respeito.
Faz tempo, gente, faz tempo...
Estranho país este Brasil. Pois não é que, num estalar os dedos, o país inteiro e as torcidas de Flamengo e Corinthians [juntas] tomaram conhecimento do movimento bancário de Francenildo, o caseiro que desdiz [apenas desdiz, senhores, nada mais que isso] afirmações do ministro Palocci, tão contraditado ultimamente?
Eficientes cidadãos deste Brasil conseguiram, diferentemente do que ocorre com o amigo de S.Excia., levantar e divulgar, mês a mês e dia dia, os depósitos e retiradas realizados em conta de poupança de Francenildo na Caixa Econômica, sugerindo que fossem recursos [depósitos não superiores a R$ 25 mil] provenientes de pessoas interessadas em que ele [o caseiro] divulgasse inverdades sobre o ministro.
Vi, ontem à noite, senador petista de origem humilde até, por quem mantinha alguma admiração [não tenho mais], aventar a hipótese de que o homem responsável pela limpeza e manutenção da "República de Ribeirão Preto" - ou qualquer outro nome que se dê à casa mantida por assessores e ex-assessores de Palocci no Lago Sul, em Brasília - pudesse estar levando alguma vantagem financeira para divulgar fatos que por lá ocorreram; logo depois aparecem na imprensa as tais informações sobre os depósitos.
Estranho país este Brasil de eficientes Sherlock Holmes da vida alheia, quando é do interesse de uma e outra autoridade. Quem são eles? Quem os autorizou a bisbilhotar contas alheias? Estarão autorizados a fazer o mesmo em nossas contas, suas e minhas? Poderiam fazê-lo nas de Okamotto? E - para ir um pouco além - nas do ministro e de seus assessores?
Quebrou-se o sigilo bancário de Francenildo e cometeu-se contra ele o crime que lhe foi imputado, por antecipação, pelo senador que requereu a liminar contra seu interrogatório na CPI: invadiu-se-lhe a vida privada sem a menor piedade e respeito.
Tudo bem, ele é pobre e não é autoridade.
Suponho que foram pessoas que concluiram, ao menos, como se dizia em meu tempo, o curso primário. Saberemos, um dia, quem foram. Não deve levar muito tempo..
Suponho que foram pessoas que concluiram, ao menos, como se dizia em meu tempo, o curso primário. Saberemos, um dia, quem foram. Não deve levar muito tempo..

