S.Excia Da Silva deu seu aval aos ministros Luiz Marinho [Trabalho] e Nelson Machado [Previdência, sabia você, bem informado leitor?] a às centrais sindicais, que pleiteavam R$ 420,00 de aumento para o salário mínimo e 7,7% para correção da tabela do Imposto de Renda. Não se chegou à totalidade dos valores acima, que eles pleiteavam, mas um pouco menos, o que para eles já era o suficente: R4 380,00 para o mínimo e 4,5% para a tabela do IR, o que [não é nada, não é nada] é o bastante para dar uma cacetada de uns 7 bilhões nas contas do Governo.
Alguém perguntará por onde andava o ministro da Fazenda no correr das tratativas que conduziram a tais números [Mantega preconizava mínimo de R$ 367,00 e correção de 3%]; como sempre, caríssima leitora, longe do "olho do furacão", mais precisamente no Senado Federal, participando de audiência com os parlamentares daquela Casa.
Marinho, Machado e os representantes das centrais sindicais - macacos velhos nessas questões - aproveitaram a oportunidade e enfiaram-lhe goela abaixo tudo que era de seu [deles] interesse. Em tempo: tudo feito com a participação do Secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.
"O que vocês precisam compreender é que conduzimos um processo de negociação e que chegamos a esse resultado", afirmou Marinho ao tomar conhecimento do mal estar provocado em Mantega - quando soube que este afirmou que o acordo de ontem não se constituía em uma decisão de governo - face à decisão presidencial.
Vislumbra-se briga de cachorro grande pela proa do Brasil.
Se adicionarmos ao arranca-rabo o que dizem os empresários - todos na certeza de que o novo pacote é uma farsa e não vai dar em nada - o tão decantado [em prosa e verso] "espetáculo do crescimento" só vai mesmo é servir para o João Santana demonstrar sua competência como marqueteiro do homem. E olhe lá...
Adiado para o próximo ano o pacote de medidas que pretendem garantir o crescimento sustentável do país, os homens do presidente, João Santana à frente, preparam suas baterias para provar ao povo que há outras formas de o país crescer sem diminuir os gastos ou aumentar as receitas pelo crescimento econômico.
Uma delas foi, ontem mesmo, adotada: o relator da LDO, com uma única canetada previu aumento de 3 bilhões na arrecadação do Imposto de Renda.
Simples: crescem as despesas com o aumento do mínimo e da correção da tabela do IR e dá-se uma arrumadinha para compensar os gastos deles decorrentes, prevendo-se um aumento maior, no Orçamento, das receitas com o mesmo Imposto de Renda.
Amiga, o povo está deixando de ficar bobo; qualquer hora dessas descobrem a arrumação e eles vão ver o que acontece.
"O que vocês precisam compreender é que conduzimos um processo de negociação e que chegamos a esse resultado", afirmou Marinho ao tomar conhecimento do mal estar provocado em Mantega - quando soube que este afirmou que o acordo de ontem não se constituía em uma decisão de governo - face à decisão presidencial.
Vislumbra-se briga de cachorro grande pela proa do Brasil.
Se adicionarmos ao arranca-rabo o que dizem os empresários - todos na certeza de que o novo pacote é uma farsa e não vai dar em nada - o tão decantado [em prosa e verso] "espetáculo do crescimento" só vai mesmo é servir para o João Santana demonstrar sua competência como marqueteiro do homem. E olhe lá...
Adiado para o próximo ano o pacote de medidas que pretendem garantir o crescimento sustentável do país, os homens do presidente, João Santana à frente, preparam suas baterias para provar ao povo que há outras formas de o país crescer sem diminuir os gastos ou aumentar as receitas pelo crescimento econômico.
Uma delas foi, ontem mesmo, adotada: o relator da LDO, com uma única canetada previu aumento de 3 bilhões na arrecadação do Imposto de Renda.
Simples: crescem as despesas com o aumento do mínimo e da correção da tabela do IR e dá-se uma arrumadinha para compensar os gastos deles decorrentes, prevendo-se um aumento maior, no Orçamento, das receitas com o mesmo Imposto de Renda.
Amiga, o povo está deixando de ficar bobo; qualquer hora dessas descobrem a arrumação e eles vão ver o que acontece.

