Explica ele:
"Quando eu falo de interesses escusos, são de vários países diante da possibilidade do Brasil se movimentar com a sua imensa biodiversidade. Não adianta transformar a Amazônia em santuário ecológico intocável. Podemos desenvolver sem prejudicar o meio ambiente."
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Quanto ao posicionamento do ministro do Meio Ambiente sobre a questão, esclarece o governador que S.Excia., o senhor Minc, jamais foi a Roraima e muito menos conhece o Estado.
Conclui o governador: o senhor Minc não tem muita [ou nenhuma] autoridade para tratar da questão da reserva.
Por extensão: se ao ministro falta conhecimento ao governo falta, também, autoridade; "não se pode tratar a Amazônia como um bioma só".
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Começa amanhã, a não ser que novo pedido de vistas seja feito por algum membro do STF, o julgamento final da questão.
Informa o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), que 40 índios comparecerão ao Supremo acompanhar a sessão [alguns, certamente, com seus laptops ao colo, como já vimos em oportunidades anteriores].
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Expectativa é o que não falta. De ambos os lados com interesse na questão.
E do Brasil que pensa com seriedade.

