Resultados: na terça parte dos domicílios da cidade, de agosto de 2008 a janeiro do corrente ano, um trabalhador, ao menos, perdeu o emprego; 40% dos entrevistados pertencentes às classes D e E, informaram que alguém em suas casas ficou desempregado; 31% dos pesquisados informaram passar [em suas empresas] de algum a grande risco de serem dispensados de seus trabalhos; 47% dos entrevistados responderam - quando perguntados se preferiam ter seus salários reduzidos e garantidos seus empregos a serem demitidos - que consideravam melhor a flexibilização salarial e a manutenção no trabalho [entre os que têm menor renda (classes D e E), para este quesito, o percentual atinge 55%].
Ou seja, o trabalhador responsável pelo maior PIB do pais, em plena era petista, dá mostras de não estar resistindo à marolinha de S.Excia.
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"Somos mesmo um país sortudo", dizia o mendigo no banco do jardim, ao ler a notícia no jornal que a velhinha sempre deixava escondido - depois de ler a página de esportes - por trás do canteiro que fica ao lado da lixeira azul da Comlurb.

