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Senão, vejamos [como dizia aquele velho professor de Trigonometria]:
- R$ 845 mil, quinta-feira última, 23 de julho, para pagamento dos serviços contratados a duas firmas, escolhidas mediante licitação, especializadas no fornecimento de mobiliário a setores diversos da Casa. Detalhe: a nota de empenho não informa, porém, que móveis serão adquiridos e quais dependências irão ocupar;
- R$ 100 mil, para pagar a contratação, à medida em que se tornar necessário, da empresa que assumirá a responsabilidade pelo fornecimento e instalação de persianas na Casa;
- R$ 296 mil, para o pagamento da firma responsável pelo fornecimento de mão-de-obra especializada em arquivamento, executado em diferentes dias dos meses de abril e junho do corrente ano. Objetivo dos trabalhos realizados: preservação e resgate da história da instituição [teriam sido registrados os momentos difíceis como os que a Casa vive atualmente?] ; e, para baixar a temperatura da rapaziada, elevada diante de tanta lambança,
- R$ 3 mil para a compra de “mil capuccinos destinados ao café dos senadores.
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Suas Excelências merecem. Também - e, sobretudo - nós, que vamos entrar com o "faz-me rir" para enfrentar tais despesas, em cumprimento a nosso sagrado dever de pagadores.
Estamos aqui, afinal de contas, para quê?

