Ouvimos e lemos ontem:
"Entre não fazer e ser criticado e fazer e ser criticado, eu prefiro fazer [...] Porque aí todos eles já estariam fotografando, filmando, para colocar em seus programas de televisão. Ora, entre a briga partidária e o povo, eu vou ficar com o povo [...] Não tivemos dinheiro no ano de 2003, muito pouco. Nós tivemos apenas R$ 2,5 bilhões em 2004 e somente em 2005 tivemos R$ 6 bilhões empenhados. E agora, mais R$ 6 bilhões em 2006 [...] Estejam certos de que, se nós não fizemos antes foi porque não pudemos fazer. Se nós continuarmos colocando essa quantidade de dinheiro, certamente, em poucos anos, teremos as estradas brasileiras todas consertadas e muitas estradas novas." (presidente Lula da Silva, no programa "Café com o Presidente" de ontem, criticando os que criticam como eleitoreiras as obras da "operação tapa-buracos")
"Não classificamos de eleitoreira a ação de tapar buracos. Mas essa é uma iniciativa que deveria ser tomada desde o primeiro ano de governo e não, deixar para o ano eleitoral [...] Todo o dia surge um. O que não pode é esperar para consertá-los, de forma atabalhoada. Esses remendos vão abrir novamente." (deputado Alberto Goldman, PSDB-SP, líder do partido na Câmara)
"Isso só pode acontecer diante de situações imprevistas. Os buracos são mais do que conhecidos de todos. É bem verdade que Lula já recebeu as rodovias em estado crítico. Mas conseguiu piorar." [...] (deputado José Carlos Aleluia, PFL-BA, líder da minoria na Câmara)
"Não é correto que a oposição tente retirar a legitimidade de qualquer ação de governo [...] Por que, ao invés de criticar os R$ 440 milhões liberados pelo governo, eles não falam: 'Somos contra, queremos que as pessoas continuem se acidentando e morrendo nas rodovias?" (deputado Arlindo Chinaglia, PT-SP, líder do partido na Câmara)
"Se a disputa judicial não for resolvida, a obra poderá ser toda realizada pelo exército [...] "Estamos viajando e vamos continuar viajando muito mais porque esse é o papel do presidente da República. Ele não pode parar por causa de um ano eleitoral. Tenho que governar o Brasil até 31 de dezembro de 2006 [...] Eu não sei se os críticos gostariam que eu ficasse trancado dentro do Palácio do Planalto. Talvez eles queiram que eu fique trancado lá, para eles poderem andar sozinhos [...] ." (presidente Lula da Silva, ontem, ao vistoriar as obras da BR 101 que estão sendo cumpridas pelo Exército no Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco e que não fazem parte do plano emergencial de recuperação das rodovias)
Não acho que fique bem, em ano de eleições [ou mesmo fora dele] esta briga de comadres. Todo dia é este festival de bobagens que já nos está cansando. Boa medida seria os jornais, por vontade própria, claro, não mais transmiti-las. Penso que os brasileiros de bem ficariam agradecidos e enriquecidos.
"Entre não fazer e ser criticado e fazer e ser criticado, eu prefiro fazer [...] Porque aí todos eles já estariam fotografando, filmando, para colocar em seus programas de televisão. Ora, entre a briga partidária e o povo, eu vou ficar com o povo [...] Não tivemos dinheiro no ano de 2003, muito pouco. Nós tivemos apenas R$ 2,5 bilhões em 2004 e somente em 2005 tivemos R$ 6 bilhões empenhados. E agora, mais R$ 6 bilhões em 2006 [...] Estejam certos de que, se nós não fizemos antes foi porque não pudemos fazer. Se nós continuarmos colocando essa quantidade de dinheiro, certamente, em poucos anos, teremos as estradas brasileiras todas consertadas e muitas estradas novas." (presidente Lula da Silva, no programa "Café com o Presidente" de ontem, criticando os que criticam como eleitoreiras as obras da "operação tapa-buracos")
"Não classificamos de eleitoreira a ação de tapar buracos. Mas essa é uma iniciativa que deveria ser tomada desde o primeiro ano de governo e não, deixar para o ano eleitoral [...] Todo o dia surge um. O que não pode é esperar para consertá-los, de forma atabalhoada. Esses remendos vão abrir novamente." (deputado Alberto Goldman, PSDB-SP, líder do partido na Câmara)
"Isso só pode acontecer diante de situações imprevistas. Os buracos são mais do que conhecidos de todos. É bem verdade que Lula já recebeu as rodovias em estado crítico. Mas conseguiu piorar." [...] (deputado José Carlos Aleluia, PFL-BA, líder da minoria na Câmara)
"Não é correto que a oposição tente retirar a legitimidade de qualquer ação de governo [...] Por que, ao invés de criticar os R$ 440 milhões liberados pelo governo, eles não falam: 'Somos contra, queremos que as pessoas continuem se acidentando e morrendo nas rodovias?" (deputado Arlindo Chinaglia, PT-SP, líder do partido na Câmara)
"Se a disputa judicial não for resolvida, a obra poderá ser toda realizada pelo exército [...] "Estamos viajando e vamos continuar viajando muito mais porque esse é o papel do presidente da República. Ele não pode parar por causa de um ano eleitoral. Tenho que governar o Brasil até 31 de dezembro de 2006 [...] Eu não sei se os críticos gostariam que eu ficasse trancado dentro do Palácio do Planalto. Talvez eles queiram que eu fique trancado lá, para eles poderem andar sozinhos [...] ." (presidente Lula da Silva, ontem, ao vistoriar as obras da BR 101 que estão sendo cumpridas pelo Exército no Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco e que não fazem parte do plano emergencial de recuperação das rodovias)
Não acho que fique bem, em ano de eleições [ou mesmo fora dele] esta briga de comadres. Todo dia é este festival de bobagens que já nos está cansando. Boa medida seria os jornais, por vontade própria, claro, não mais transmiti-las. Penso que os brasileiros de bem ficariam agradecidos e enriquecidos.

