Na página 15 do jornal inglês The Independent, editado hoje, 07, a ONG Greenpeace faz publicar anúncio de página inteira, mostrando, em fundo negro, várias imagens da bandeira brasileira. No topo da página, a primeira bandeira aparece em perfeito estado; mas as que a sucedem, de cima para baixo, vão apresentendo a cor verde cada vez mais descolorida.
Justificando as imagens do anúncio publicado pelo Greenpeace, é apresentado o seguinte texto:
"Desde que o presidente Lula chegou ao poder, uma área de floresta tropical da Amazônia equivalente a mais da metade da Inglaterra foi destruída ilegalmente por madeireiros, plantadores de soja e pecuaristas".
Na mesma publicação, na seção correspondente à "Carta do Leitor" em nossos jornais, a diretora da Anistia Internacional para a Grã-Bretanha, Karen Allen, escreve artigo no qual destaca que "o policiamento no Brasil é principalmente baseado na repressão e em violações dos direitos humanos".
Diz mais: "Durante sua visita a Londres, Lula vai sem dúvida dedicar tempo para discutir o tema da segurança com o governo britânico, seja com relação ao terrorismo ou aos níveis chocantes de crimes ligados ao uso de armas que afetam seu país [...] Enquanto o mundo tem se concentrado no impacto global da ‘guerra contra o terrorismo’, o Brasil continua a lutar o que as autoridades definiram como uma ‘guerra contra o crime’ [...] Mas o Brasil não está em guerra, e suas autoridades federais e estaduais precisam reconhecer isso, se elas querem assegurar a proteção de todos os seus cidadãos [...] Após os ataques de 11 de setembro (de 2001), o termo ‘segurança’ tem sido cada vez mais identificado com retrocessos nos padrões de direitos humanos [...] Infelizmente, isso é tão verdadeiro no Brasil quanto no resto do planeta".
Conclui Allen que a polícia brasileira - talvez esquecendo o episódio recente da morte [ou assassinato?] do eletricista Jean Charles, em ação da Scotland Yard contra terroristas muçulmanos -, durante operações em favelas, sobretudo, utiliza "níveis extremos de violência e até execuções extra-judiciais".
Viagem na carruagem de S.Majestade, banquete no palácio real, visitas a monumentos históricos e coisa e tal... Mas tem fogo grosso em cima de S.Excelência. Sorte nossa contarmos com tres ministros de Relações Exteriores para sua cobertura.
Justificando as imagens do anúncio publicado pelo Greenpeace, é apresentado o seguinte texto:
"Desde que o presidente Lula chegou ao poder, uma área de floresta tropical da Amazônia equivalente a mais da metade da Inglaterra foi destruída ilegalmente por madeireiros, plantadores de soja e pecuaristas".
Na mesma publicação, na seção correspondente à "Carta do Leitor" em nossos jornais, a diretora da Anistia Internacional para a Grã-Bretanha, Karen Allen, escreve artigo no qual destaca que "o policiamento no Brasil é principalmente baseado na repressão e em violações dos direitos humanos".
Diz mais: "Durante sua visita a Londres, Lula vai sem dúvida dedicar tempo para discutir o tema da segurança com o governo britânico, seja com relação ao terrorismo ou aos níveis chocantes de crimes ligados ao uso de armas que afetam seu país [...] Enquanto o mundo tem se concentrado no impacto global da ‘guerra contra o terrorismo’, o Brasil continua a lutar o que as autoridades definiram como uma ‘guerra contra o crime’ [...] Mas o Brasil não está em guerra, e suas autoridades federais e estaduais precisam reconhecer isso, se elas querem assegurar a proteção de todos os seus cidadãos [...] Após os ataques de 11 de setembro (de 2001), o termo ‘segurança’ tem sido cada vez mais identificado com retrocessos nos padrões de direitos humanos [...] Infelizmente, isso é tão verdadeiro no Brasil quanto no resto do planeta".
Conclui Allen que a polícia brasileira - talvez esquecendo o episódio recente da morte [ou assassinato?] do eletricista Jean Charles, em ação da Scotland Yard contra terroristas muçulmanos -, durante operações em favelas, sobretudo, utiliza "níveis extremos de violência e até execuções extra-judiciais".
Viagem na carruagem de S.Majestade, banquete no palácio real, visitas a monumentos históricos e coisa e tal... Mas tem fogo grosso em cima de S.Excelência. Sorte nossa contarmos com tres ministros de Relações Exteriores para sua cobertura.

