Objetivando fazer uma comparação de dados, Gustavo Fruet - sub-relator da CPMI dos Correios -, vai pedir ao Ministério da Justiça [no correr desta semana] os dados oficiais sobre todas as contas de Duda Mendonça no exterior.
"Queremos verificar se as empresas ou pessoas que depositaram recursos nessas contas são as mesmas, se os bancos utilizados na intermediação são os mesmos, no caso, o Banco Rural Europa, o Banco Rural Internacional e o Trade Link Bank, que é um banco que tem operações com o Banco Rural" [...] "Queremos verificar ainda, se possível, a origem do dinheiro: se é de campanha política, se de contratos públicos ou ainda se tem como origem recursos de natureza privada", afirmou o sub-relator.
São oriundas as preocupações de Fruet pelo que foi exposto em reportagem publicada pela revista Veja desta semana [existência de uma segunda conta secreta de Duda Mendonça], que, além da Düsseldorf [por ele mesmo anunciada], nos Estados Unidos, teria sido aberta em nome, provavelmente, de uma empresa de fachada. Ainda segundo a reportagem, "o Departamento de Justiça dos EEUU determinou, no ano passado, o bloqueio [administrativo e temporário] da conta, quando a filha de Duda tentou [nela] fazer um saque em dinheiro".
Reclama Fruet das dificuldades que a CPMI encontra junto às autoridades [brasileiras e americanas] para conseguir informações oficiais. Exemplo: a quebra do sigilo bancário da conta Düsseldorf [em poder da Polícia Federal e do Ministério Público], até agora não foi repassada aos parlamentares da comissão de inquérito por orientação das autoridades americanas e a suposta nova conta pertencente a Duda , embora de conhecimento do Ministério da Justiça desde outubro/novembro do ano passado, conforme declarações feitas hoje pelo presidente da Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], Antônio Gustavo Rodrigues, somente chegou ao conhecimento da CPMI através da imprensa.
"Queremos verificar se as empresas ou pessoas que depositaram recursos nessas contas são as mesmas, se os bancos utilizados na intermediação são os mesmos, no caso, o Banco Rural Europa, o Banco Rural Internacional e o Trade Link Bank, que é um banco que tem operações com o Banco Rural" [...] "Queremos verificar ainda, se possível, a origem do dinheiro: se é de campanha política, se de contratos públicos ou ainda se tem como origem recursos de natureza privada", afirmou o sub-relator.
São oriundas as preocupações de Fruet pelo que foi exposto em reportagem publicada pela revista Veja desta semana [existência de uma segunda conta secreta de Duda Mendonça], que, além da Düsseldorf [por ele mesmo anunciada], nos Estados Unidos, teria sido aberta em nome, provavelmente, de uma empresa de fachada. Ainda segundo a reportagem, "o Departamento de Justiça dos EEUU determinou, no ano passado, o bloqueio [administrativo e temporário] da conta, quando a filha de Duda tentou [nela] fazer um saque em dinheiro".
Reclama Fruet das dificuldades que a CPMI encontra junto às autoridades [brasileiras e americanas] para conseguir informações oficiais. Exemplo: a quebra do sigilo bancário da conta Düsseldorf [em poder da Polícia Federal e do Ministério Público], até agora não foi repassada aos parlamentares da comissão de inquérito por orientação das autoridades americanas e a suposta nova conta pertencente a Duda , embora de conhecimento do Ministério da Justiça desde outubro/novembro do ano passado, conforme declarações feitas hoje pelo presidente da Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], Antônio Gustavo Rodrigues, somente chegou ao conhecimento da CPMI através da imprensa.
Tal fato desencadeou um movimento de revolta entre alguns deputados da oposição [à frente Arnaldo Faria de Sá] que demonstram a forte disposição de convidar o ministro da Justiça [ainda hoje] para prestar esclarecimentos a respeito desta "omissão" do ministério.
Tales Castelo Branco, advogado de Duda Mendonça, marqueteiro do presidente Lula da Silva em sua campanha presidencial, negou ontem a existência da suposta segunda conta. "Trata-se de uma especulação infundada, sem a apresentação de dados concretos", disse ele.
Estamos pagando pra ver como se desenrola mais esta lambança.

