Geraldo Alckmin, governador de São Paulo e pré-candidato tucano para substituir o presidente Lula da Silva - após almoço com Tasso Jereissati, Fernando Henrique e Aécio Neves, o chamado "triunvirato" do partido, que mais tarde, ainda hoje, se reúne com José Serra, o outro pré-candidato tucano - , confirmou hoje, 10, que o processo para definir quem será o candidato do PSDB à Presidência da República. está praticamente fechado, podendo ser concluído e anunciado até o final desta sexta-feira.
Deixando claro que, no presente momento, o que tem de ser levado em conta é a união em torno de um grande projeto de desenvolvimento, o governador, após cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, afirmou : "O personalismo está em segundo plano [...] A escolha, para onde ela conflui, é uma decisão coletiva. O processo está amadurecendo, vai resolver rápido [...] Não há razão mais para postergar a definição. Nos resta apenas o desfecho".
Comenta-se nos bastidores que o desfecho citado por Alckmin seja sua indicação à Presidência, visto que o governador tem enfatizado em todos os seus contatos políticos que, em 31 de março, deixa o cargo para concorrer às eleições de outubro.
E o prefeito Serra, como fica?
Há cerca de uma semana atrás, quando FHC lançou a hipótese de sua candidatura ao governo do Estado, Serra reagiu da pior forma possível. Mas as pesquisas do Ibope - segundo alguns, por ele mesmo encomendadas - revelando suas boas possibilidades foram fator determinante, juntamente com o incentivo que recebeu de sua equipe ["O pessoal do Serra quer muito que ele dispute o governo estadual", revelou pessoa muito próxima ao prefeito], levaram o prefeito a repensar a questão e vê-la, até mesmo, com bons olhos.
Ao que tudo indica, será um bom desfecho para o PSDB, e para o tucanato em geral, ter Serra concorrendo para Governador e Alckmin para Presidente.
Não é possível é ficar perdendo mais tempo do que já se perdeu.
Agora, leitora amiga, é "bola pro mato que o jogo é de campeonato".
Deixando claro que, no presente momento, o que tem de ser levado em conta é a união em torno de um grande projeto de desenvolvimento, o governador, após cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, afirmou : "O personalismo está em segundo plano [...] A escolha, para onde ela conflui, é uma decisão coletiva. O processo está amadurecendo, vai resolver rápido [...] Não há razão mais para postergar a definição. Nos resta apenas o desfecho".
Comenta-se nos bastidores que o desfecho citado por Alckmin seja sua indicação à Presidência, visto que o governador tem enfatizado em todos os seus contatos políticos que, em 31 de março, deixa o cargo para concorrer às eleições de outubro.
E o prefeito Serra, como fica?
Há cerca de uma semana atrás, quando FHC lançou a hipótese de sua candidatura ao governo do Estado, Serra reagiu da pior forma possível. Mas as pesquisas do Ibope - segundo alguns, por ele mesmo encomendadas - revelando suas boas possibilidades foram fator determinante, juntamente com o incentivo que recebeu de sua equipe ["O pessoal do Serra quer muito que ele dispute o governo estadual", revelou pessoa muito próxima ao prefeito], levaram o prefeito a repensar a questão e vê-la, até mesmo, com bons olhos.
Ao que tudo indica, será um bom desfecho para o PSDB, e para o tucanato em geral, ter Serra concorrendo para Governador e Alckmin para Presidente.
Não é possível é ficar perdendo mais tempo do que já se perdeu.
Agora, leitora amiga, é "bola pro mato que o jogo é de campeonato".

